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Resolução Anvisa n˚52, de 22/10/2009

Seção II – Abrangência

Art. 3˚: Este regulamento se aplica às empresas especializadas na prestação de serviço de controle de vetores e pragas urbanas, nos diversos ambientes, tais como indústria em geral, instalação de produção, importação, exportação, manipulação, armazenagem, transporte, fracionamento, embalagem, distribuição, comercialização de alimentos, produtos farmacêuticos, produtos para saúde, perfumes, produtos para higiene e cosméticos para a saúde humana e animal, fornecedores de matéria-prima, áreas hospitalares, clínicas, clubes, “shopping centers”, aeronaves, embarcações, aeroportos, portos, instalações aduaneiras e portos secos, locais de entretenimento e órgãos públicos e privados, entre outros.

Seção III – Definições

Art. 4˚ - II: Controle de vetores e pragas urbanas: conjunto de ações preventivas e corretivas de monitoramento ou aplicação, ou ambos, com periodicidade minimamente mensal, visando impedir de modo integrado que vetores e pragas urbanas se instalem ou reproduzem no ambiente.

Áreas de Atuação

  • Hospitais

  • Aeroportos

  • Galpões

  • Hotéis

  • Empresas

  • Espaços Públicos

  • Escolas

Programa de Controle Integrado de Pragas - PROCIP

É um programa que olha para o controle químico como uma ação corretiva e complementar. Preconiza um trabalho abrangente que integra ao uso de produtos químicos, recomendações preventivas e corretivas, através de dispositivos de monitoramento especializados, planejamento prévio sob direção de profissionais capacitados e desenvolvimento de metodologia própria para cada situação.

Este programa atende rigorosamente os requisitos do Sistema de Gestão da Qualidade, Gestão Ambiental, Segurança e Saúde Ocupacional, e está em conformidade com o Controle de Vigilância Sanitária, Portaria CVS no 09/2000 e Resolução RDC no 52/2009.

O Controle Integrado de Pragas consiste no monitoramento dos pontos críticos para pragas (acesso, abrigo e alimento), das pragas detectadas e das ocorrências observadas, fazendo uso de produto químico de forma racional (aplicação dirigida, sem riscos ao meio ambiente e pessoas e, sempre que possível, sem promover a descontinuidade das atividades do local).

Controle Convencional

  • Utilização de produtos não repelentes e de Efeito Dominó ® que não apenas matam os cupins, mas também reduzem ou eliminam as colônias.

  • Ação rápida com longo efeito residual; alta potência em baixa dose; sem odor e sem resíduos no ar; baixo impacto ambiental.

  • Resultado e Segurança com o poder do Efeito Dominó®

Durante décadas, foram usados cupinicidas convencionais aplicados no solo para formar uma barreira de proteção em torno do perímetro de estruturas para repelir ou matar os cupins. Entretanto recentemente foram lançados cupinicidas não repelentes que permitem que os cupins entrem na zona tratada, sejam contaminados pelo contato com o produto e o transfiram para outros indivíduos da colônia pela interação social e canibalismo - é o Efeito Dominó que afeta os cupins em áreas difíceis ou inacessíveis para o tratamento. Este sistema de Efeito Dominó não apenas mata os cupins, mas também reduz ou elimina as colônias de cupins.

Controle e eliminação de colônias de Cupins Subterrâneos

Controle de Qualidade da Água

A higienização e desinfecção das caixas d'água e reservatórios garante o consumo e/ou utilização de uma água de boa qualidade, ou seja, límpida, incolor, inodora, insípida e sem a presença de organismos patogênicos. Para isso dispomos de equipes especializadas e treinadas pela CETESB, assim como equipamentos higienizados, que seguem rigorosamente as normas especificadas pela mesma, garantindo assim a qualidade do serviço.
Realizamos também a coleta de água para análise bacteriológica, cujo laudo é fornecido por laboratório especializado.
A SABESP recomenda que a higienização e desinfecção das caixas d'água e reservatórios seja feita a cada 06 meses.

Dispomos de equipes treinadas e certificadas que atendem as Normas Regulamentadoras NR 35 e NR 33

NR 35 - "Trabalho em Altura"
Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.
Portaria SIT n.º 313, de 23 de março de 2012

NR 33 - "Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados"
Esta NR tem por objetivo estabelecer os requisitos mínimos para identificação de espaços confinados e o reconhecimento, avaliação, monitoramento e controle dos riscos existentes, de forma a garantir permanentemente a segurança e saúde dos trabalhadores que interagem direta ou indiretamente neste espaços.
Espaço confinado é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio.
Lei nº 6.514 de 22/12/1977 e portaria 3.214 de 08/06/1978.

Manejo de Pombos

Utilização de barreiras físicas como espículas de aço inox e telas; aplicação de repelentes não tóxicos e fios tensionados, visando evitar o pouso e o estabelecimento de colônias e assegurando assim a defesa do patrimônio.

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